Quando escolher o naming de sua marca, pense como cliente

Quem viu o filme “O Círculo” entende melhor a afirmação de que o Google vai dominar o mundo (guardadas as devidas proporções desse comentário). O fato é que não há como pensar um negócio nos dias atuais sem pensar em como estará o SEO no Google.

Essa deveria ser a primeira alternativa de teste aos possíveis nomes de uma nova marca. Ter concorrentes com nomes semelhantes na mesma categoria de negócios pode ser bom ou ruim, depende muito do negócio em questão, mas não pode ser um detalhe que passe despercebido, porque aí provavelmente o nome não agregará à marca. Ter o domínio disponível então é fundamental (mesmo). O site do INPI é uma boa referência para consultas sobre a disponibilidade e o registro da marca.

 

 

 

Voltando ao Google, pense agora em custo por clique. Palavras muito comuns tornam impossível qualquer trabalho de SEO, agora, por outro lado, se sua marca capitanear uma palavra-chave no segmento, você já soma muitos pontos para melhoria de SEO (inclusive orgânico, ou seja, sem custos de anúncios).

 

Não menos importante, lembre que sua marca será dita e escrita pelo seu cliente. Tivemos um atendimento recente de uma marca visualmente linda, mas impronunciável, a ponto de os funcionários terem dificuldade em pronunciar a marca. Por ser centenária, a marca cresceu através de estratégias que envolviam anúncios e mídia televisiva, com investimentos financeiros consideráveis. Agora, no cenário do marketing atual, digital em sua essência, talvez a dificuldade na busca web dificultasse o acesso dos clientes aos produtos da empresa.

 

Sobrenomes estrangeiros geralmente contribuem muito para problemas de pronúncia e escrita. A sonoridade também precisa ser levada em conta. Sons agregam sentimentos, e estes contribuem para um maior envolvimento com a marca.

 

Por fim, mas não menos importante, lembre que o nome precisa ser afim aos valores de sua empresa. Estes podem ser facilmente elencados em 5 ou 6 palavras, e não estarão explícitos no nome em si, mas na comunicação de marca como um todo. Negócios inovadores pedem nomes que fujam do comum, por exemplo. Se a inovação é um valor em sua empresa, o nome precisa seguir a mesma linha.

 

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